Ogum

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Ogum é o orixá da guerra, da coragem, o protetor dos templos, das casas, dos caminhos.

Ogum precede os outros orixás, vindo logo após Exú, e recebe também parte dos sacrifícios dos outros orixás pois foi quem que forjou o obé (faca usada nos rituais para oferendas de sacrifícios).

Era um guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos. Dessas expedições, ele trazia sempre um rico espólio e numerosos escravos. Guerreou contra a cidade de Ará e a destruiu. Saqueou e devastou muitos outros estados e apossou-se da cidade de Irê, matou o rei, aí instalou seu próprio filho no trono e regressou glorioso, usando ele mesmo o título de Oníìré, “Rei de Irê

Ogum – Orixá da guerra, da demanda e da luta



Os filhos de Ogum perseguem tenazmente um objetivo: quando o atinge, imediatamente o larga e parte em procura de outro.Ogum é o Orixá da guerra, da demanda e da luta. Seus filhos são influenciados com todos esses característicos. Seu tipo é esguio e procura sempre estar bem fisicamente, por isso gosta de praticar o esporte. É agitado, impaciente e afoito. Tem decisões precipitadas. Inicia tudo sem se preocupar como vai terminar e nem quando. Por amar o desafio sempre está buscando uma tarefa considerada impossível. Como os soldados que conquistavam cidades e depois a largavam para seguir em novas conquistas, os filhos de Ogum perseguem tenazmente um objetivo, mas quando o atinge  imediatamente o larga e parte em procura de outro. É insaciável em suas próprias conquistas.


Uma marca muito forte de sua personalidade  é tornar-se violento repentinamente. Seu gênio é muito forte. Não admite a injustiça e costuma proteger os mais fracos, assumindo integralmente a situação daquele que quer proteger. Leal e correto é um líder. Sabe mandar sem nenhum constrangimento e ao mesmo tempo sabe ser mandado, desde que não seja desrespeitado. Adapta-se facilmente em qualquer lugar. Come para viver, não fazendo questão da qualidade ou paladar da comida. As armas de fogo, facas, espadas e das coisas eitas em ferro ou latão fazem o gosto dos filhos do Ogum, talvez por ele ser o Orixá do Ferro e do Fogo.

É franco, muitas vezes até com assustadora agressividade. Não faz rodeio para dizer as coisas. Não admite a fraqueza, falsidade e a falta de garra. O difícil é a sua maior tentação.

Seu temperamento rebelde o torna desde a infância uma pessoa de difícil trato. Como não depende de ninguém para vencer suas dificuldades, com o crescimento vai se libertando e se acomodando às suas necessidades. A medida que  seu gênio impulsivo cede lugar ao equilibro a sua vida fica bem mais fácil. Quando ele consegue esperar ao menos 24 hs. para decidir uma situação qualquer muitos revezes seriam evitados, muito embora, por mais incrível que pareça, são calculistas e estrategistas. Contar até 10 antes de deixar explodir sua zanga, também lhe evitaria muitos remorsos. Seu maior defeito é o gênio impulsivo e sua maior qualidade é que sempre, seja pelo caminho que for, será sempre um vencedor.

COR: Vermelha e Branca

AMALÁ: 14 velas branca e vermelha ou 7 brancas e 7 vermelhas, cerveja branca em coité, 7 charutos, peixe de escama e de água doce, ou camarão seco, amendoins e frutas, de preferência, dentre elas, manga (melhor a espada).

ENTREGA: Uma campina

ERVAS: Aroeira, Pata de Vaca, Carqueja, Losna, Comigo Ninguém Pode, Folhas de Romã, Espada de S. Jorge, Flecha de Ogum, Cinco Folhas, Macaé, Folhas de Jurubeba.


Ogum mata seus súbditos e é transformado em Orixá.

Ogum, filho de Odudua, sempre guerreava, trazendo o fruto da vitória para o reino de seu pai. Amante da liberdade das aventuras amorosas, foi com uma mulher chamada Ojá que Ogum teve seu filho Oxossi. Depois amou Oiá, Oxum e Obá, as três mulheres de seu rival, Xangô. Ogum seguiu lutando e tomou para si a coroa de Irê, que na época era composto de sete aldeias. Era conhecido como o Onirê, o rei de Irê, deixando depois o trono para seu próprio filho.

Ogum usava a coroa sem franjas chamada acorô. Por isso também era chamado de Ogum Alacorô. Conta-se que, tendo partido para a guerra, Ogum retornou a Ire depois de muito tempo. Chegou num dia em que se realizava um ritual sagrado. A cerimônia exigia a guarda do silêncio total. Ninguém podia falar com ninguém. Ninguém podia dirigir o olhar para ninguém.

Ogum sentia sede e fome, mas ninguém o atendia. Ninguém o ouvia, ninguém falava com ele. Ogum pensou que não havia sido reconhecido. Ogum sentiu-se desprezado. Depois de ter vencido a guerra, sua cidade não o recebia. Ele, o rei de Ire! Não reconhecido por sua própria gente! Humilhado e enfurecido, Ogum, com sua espada em punho, pôs a destruir tudo e a todos. Cortou a cabeça de seus súditos. Ogum lavou-se com sangue. Ogum estava vingado. Então a cerimônia religiosa terminou e com ela a imposição de silêncio foi suspensa.
Imediatamente o filho de Ogum, acompanhado por um grupo de súditos, ilustres homens salvos da matança, veio à procura do pai. Eles renderam as homenagens devidas ao rei e ao grande guerreiro Ogum. Saciaram sua fome e sua sede. Vestiram Ogum com roupas novas, cantaram e dançaram para ele. Mas Ogum estava inconsolável. Havia matado os habitantes de sua cidade. Não se dera conta das regras de uma cerimônia tão importante para todo o reino. Ogum sentia que já não podia ser o rei. E Ogum estava arrependido de sua intolerância, envergonhado por tamanha precipitação. Ogum fustigou-se dia e noite em autopunição.
Não tinha medida o seu tormento, nem havia possibilidade de autocompaixão. Ogum então enfiou sua espada no chão e num átimo de segundo a terra se abriu e ele foi tragado solo abaixo. Ogum estava no Orum, o céu dos deuses. Não era mais humano. Tornara-se um orixá.

Ogum dá aos homens o segredo do ferro.

Na Terra criada por Obatalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole, por isso o trabalho exigia grande esforço.
Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa, era necessário plantar uma área maior. Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área da lavoura.
Ossaim, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro



 limpar o terreno, mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossaim, todos os outros orixás tentaram um por um e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio.

Ogum, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então, quando todos os outros orixás tinham fracassado, Ogum pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os orixá, admirados, perguntaram a Ogum de que material era feito tão resistente facão, Ogum respondeu que era de ferro, um segredo recebido de Orunmilá.
Os orixás invejavam Ogum pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, mas como à caça e até mesmo à guerra. Por muito tempo os orixás importunaram Ogum para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si.
Os orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca de que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente, Ogum aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogum pedir-lhe o conhecimento do ferro, e Ogum lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram suas lanças de ferro.
Mas, apesar de Ogum ter aceitado o comando dos orixás, antes de mais nada ele era um caçador, certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada, quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado, eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado.
Ogum se decepcionou com os orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los, então Ogum banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu, num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da árvore de acocô e lá permaneceu.
Os humanos que receberam de Ogum o segredo do ferro não o esqueceram. Todo mês de dezembro, celebram a festa de Iudê-Ogum. Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios em memória de Ogum.


Ogum é o senhor do ferro para sempre

Orixá Ocô cria a agricultura com ajuda de Ogum.
No princípio, havia um homem que se chamava Ocô, mas Ocô não fazia nada o dia todo, não havia o que fazer, simplesmente. Quando os alimentos na Terra escassearam, Olorum encarregou Ocô de fazer plantações, que plantassem inhame, pimenta, feijão e tudo mais que os homens comem.
Ocô gostou de sua missão, ficou todo orgulhosos, mas não tinha a menor idéia de como executá-la, até que viu, debaixo de uma palmeira, um rapaz que brincava na terra, com um graveto ele revolvia a terra e cavava mais fundo, Ocô quis saber o que fazia o rapaz.
“Preparando a terra para plantar, para plantar as sementes que darão as plantas”, explicou o rapaz de pele reluzente. “Que sementes, se nem plantas ainda há?”, perguntou, incrédulo, Ocô. “Nada é impossível para Olodumare”, foi a resposta.
Começaram então a cavar juntos a terra, o graveto que usavam como ferramenta quebrou-se e passaram então a usar lascas de pedra, o trabalho, entretanto, não rendia e Ocô saiu a procura de alguma maneira mais prática.



Outro dia, quando Ocô voltou sem solução, o rapaz tinha feito fogo, protegendo-o com lascas de pedra, viram então que a pedra se derretia no fogo. A pedra líquida escorria em filetes que se solidificavam. “Que ótimo instrumento para cavar!”, descobriu efusivamente o inventivo rapaz. Ele pôde então usar o fogo e fazer lâminas daquela pedra, e modelar objetos cortantes e ferramentas pontiagudas

Ele fez a enxada, a foice e fez a faca e a espada e tudo o mais que desde então o homem faz de ferro para transformar a natureza e sobreviver. O rapaz era Ogum, o orixá do ferro. Juntos resolveram a terra e plantaram e os alimentos foram abundantes.
E a humanidade aprendeu a plantar com eles, cada família fez a sua plantação, sua fazenda, e na Terra não mais se padeceu de fome, e Ocô foi festejando como Orixá Ocô, o Orixá da Fazenda, da plantação, pois fazenda é o significado do nome Ocô.
E Ogum e Orixá Ocô foram homenageados e receberam sacrifícios como os patronos da agricultura, pois eles ensinaram o homem a plantar e assim superar a escassez de alimentos e derrotar a fome.

Lendas tiradas do livro
Mitologia dos Orixás – Reginaldo Prandi – 2001


Conheça quais sãos os caminhos (falanges) de Ogum na Umbanda, pois Ogum domina a primeira Linha de Umbanda, que controla todos os fatos de execução e cobrança do carma de cada indivíduo ou grupo, daí serem soldados.

Ogum na Umbanda – falanges de ogum – todos tipos de ogum
1. Falange de Ogum Beira-Mar
Colaboradores de Iemanjá, Ogum Beira-Mar trabalha sobre a areia molhada, enquanto Ogum Sete-Ondas trabalha sobre as ondas. ceitam oferendas com velas nas cores branca, verde, vermelha e zul-clara.
2. Falange de Ogum Rompe-Mato
Ogum Rompe-Mato trabalha para Oxóssi (Odé) e Ossãe, nas matas. Ogum das Pedreiras trabalha para Xangô, nas pedreiras. Em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes. Rompe-Mato aceita suas oferendas na entrada da mata, nas cores verde, vermelha e branca, sendo a vela vermelha. Ogum das Pedreiras aceita suas oferendas em torno das pedreiras, nas cores verde e vermelha (misturadas geram o marrom), com velas nas mesmas cores.
3. Falange de Ogun Megê
É colaborador de Iansã; seu nome significa “Sete”. É o guardião dos cemitérios, rondando suas calçadas, lidando diretamente com a Linha das Almas. Toda sua oferenda será em vermelho e branco, próxima ao cruzeiro do cemitério (calunga pequena).
4. Falange de Ogum Naruê
Seu nome significa “Aquele que é o primeiro a gerar valor”. Trabalhando diretamente na Linha das Almas, desmanchando a magia negra, controla as almas quibandeiras. Aceita suas oferendas com Ogum Megê ou, ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha. Alguns incluem uma pedra-ímã nos itens a oferecer-lhe.
5. Falange de Ogum Matinata
Com poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados. Mas não trabalha diretamente para esse Orixá. Aceita suas oferendas nos campos floridos, nas cores vermelha e branca.
6. Falange de Ogum Iara
Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para Oxum. Suas oferendas deverão ser entregues na beira de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca ou verde e branca.
7. Falange de Ogun Delê (ou de Lei)
“Aquele que Toca o Solo”; como seu nome significa, é uma falange que vibra na linha pura de Ogum. São eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança, rondando o mundo. Suas cores são vermelha e branca e suas oferendas podem ser em qualquer lugar, ao ar livre.


Salve a força deste grande cacique!

CACIQUE COBRA CORAL

Recomeçar no tempo presente
Requer ser paciente e persistente,
Deixar de lado os erros do passado
E ao coração dar belo recado…

De que tudo vai dar certo,
Pois é bom ter você por perto.
Ó cacique iluminado,
Devotado amigo abnegado.

Salve a força de suas serpentes,
Que o veneno tira da gente.
Salve a luz verde e brilhante,
Que ampara o nosso semelhante.

A gratidão é imensa
E não aceita recompensa.
A gratidão é sincera,
Da que um pai espera.

E assim flutua no ar,
Pois é um índio encantado
E quando vira cobra sabe voar.

E também vem aconselhar,
Sendo bravo aliado
Em torno de amar.


Exus e Pombagiras são entidades, espíritos de luz que “trabalham” em terreiros de Umbanda e Quimbanda. São pessoas que viveram, assim como nossos pais, nossos amigos, nossos vizinhos, assim como nós.Amaram. Odiaram. Tiveram filhos. Não puderam ter. Tiveram vícios. Transaram. Riram. Tiveram amigos. Tiveram sonhos. Temeram a morte. Enfim, foram humanos.Exús e Pombagiras estão muito próximos da energia do Orixá Exú. Exú, na visão africana, é a energia humano, os prazeres considerados “mundanos”. Por esta razão, estas entidades compreendem com maior facilidade nossos problemas mundanos, problemas carnais.Quando eles se manifestam nos terreiros, não querem beber, fumar… Eles vêm para adquirir evolução espiritual, auxiliando as pessoas. Eles se compadecem de nosso sofrimento, pois podem ter sofrido o mesmo. Por essa razão, são chamados carinhosamente de compadres e comadres.Eles bebem, fumam e comem pois há a crença de que a bebida e a comida possam dar energia física para o médium, também. Muitos espíritos fumaram e beberam em vida, então, acredita-se que possam sentir o gosto, também, relembrando um pouco do seu tempo neste plano.

Quando se manifestam, são saudados por “laroiê!” Alguns centros também utilizam “alupande” para saudar as moças.

NANÃ BURUKÚNanã Burukú é o orixá dos mangues, do pântano, senhora da morte responsável pelos portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne) das almas.

Uma as orixás mais velhas da Umbanda
Identificada no Jogo de Búzios pelos odú ejilobon e representado materialmente na umbanda através do assentamento sagrado denominado Igba Nanã.
Nanã juntamente com Oxalá teve 4 filhos, os orixás,Omolú/Obaluaiê, Oxumarê, Ewá e Ossaim.
Nanã é dona de um cajado, o ibiri. Suas roupas parecem banhadas em sangue, orixá das águas paradas que mata de repente, ela mata uma cabra sem usar faca. Seus fios de conta são lilás e branco ou roxo.

Culto a Nanã Burukú

Faça suas orações a orixá Nanã todos os domingos conosco Nanã é considerada o orixá mais antigo do mundo. Quando Orunmilá chegou aqui para frutificar a terra, ela aqui já estava. Nanã desconhece o ferro por se tratar de um orixá da pré-história, anterior à idade do ferro.
O termo “nanã” significa raiz, aquela que se encontra no centro da terra. Nanã tornou-se uma das yabás (orixás femininas) mais temidas, tanto que em algumas tribos quando seu nome era pronunciado todos se jogavam ao chão.

Nanã é protetora dos idosos

Nanã é a senhora das doenças cancerígenas, está sempre ao lado do seu filho Omolú. É a protetora dos idosos, desabrigados, doentes e deficientes visuais.

Sincretismo religioso de Nanã com Sant’Ana

Nanã é ligada pelo sincretismo religioso a Sant’Ana, avó de Jesus, mãe de Maria
Sant’Ana, comemorada pela igreja católica em 26 de julho, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim, pertencia à família real de Davi.
Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos.
Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus.

Características dos filhos da orixá de Nanã

São conservadores e presos aos padrões convencionais estabelecidos pelos homens. Passam aos outros a aparência de serem calmos, mudando rapidamente de comportamento, tornando-se guerreiros e agressivos; quando então, pode ser perigoso, o que assusta as pessoas.
Levam seu ponto de vista às últimas consequências, tornando teimosia. Quando mães são apegadas aos filhos e muito protetoras. São ciumentas e possessivas. Exigem atenção e respeito, são pouco alegres e não gostam de muitas brincadeiras. Os filhos de Nanã são majestosos e seguros nas ações e procuram sempre o caminho da sabedoria e da justiça.

 


OXÓSSI MATA O PÁSSARO DAS FEITICEIRAS. Todos os anos, para comemorar a colheita dos inhames, o rei de Ifé oferecia aos súditos uma grande festa. Naquele ano, a cerimônia transcorria normalmente, quando um pássaro de grandes asas pousou no telhado do palácio. O pássaro era monstruoso e aterrador. O povo, assustado, perguntava sobre sua origem. A ave fora enviada pelas feiticeiras, a Iyá Mi Oxorongá, nossas mães feiticeiras ofendidas por não terem sido convidadas. O pássaro ameaçava o desenrolar das comemorações, o povo corria atemorizado. E o rei chamou os melhores caçadores do reino para abater a ave grande. De Ido, veio Oxotogum com suas vinte flechas. De More, veio Oxotogi com suas quarenta flechas. De Ilarê, veio Oxotadotá com suas cinqüenta flechas. Prometeram ao rei acabar com o perverso bicho, ou perderiam suas próprias vidas. Nada conseguiram, entretanto, as três odes. Gastaram suas flechas e fracassaram. Foram presos por ordem do rei. Finalmente, de Irem, veio Oxotocanxoxô, o caçador de uma só flecha. Se fracassasse, seria executado junto com os que o antecederam. Temendo a vida do filho, a mãe do caçador foi ao babalaô e ele recomendou à mãe desesperada fazer um ebó que agradasse as feiticeiras. A mãe de Oxotocanxoxô sacrificou então uma galinha. Nesse momento, Oxotocanxoxô tomou o seu ofá, seu arco, apontou atentamente e disparou sua única flecha. E matou a terrível ave perniciosa. O sacrifício havia sido aceito. As Iyá Ni Oxorongá estavam apaziguadas. O caçador recebeu honrarias e metade das riquezas do reino. Os caçadores presos foram libertados e todos festejaram. Todos cantaramem louvor a Oxotocanxoxô. Ocaçador ficou muito popular. Cantavam em sua honra, chamando-o de Oxóssi, que na língua do lugar que dizer “O guardião é Popular”. Desde então Oxóssi é o seu nome.

 

A sua felicidade pode estar no final daquele dia onde tudo pareceu dar errado. Nunca deixe de acreditar que o seu maior sonho pode ser concretizado.   

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Matheus Piscioneri

 

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Pontos Cantados de Ogum


 Ponto Cantado de Ogum para firmar ponto e vibrar nas sete linhas de Umbanda com este poderoso Orixá general de Umbanda.

Ogum de Ronda
Salve Ogum de Ronda
Salve Ogum de Ronda que acaba de chegar


Ogum de Ronda
Ele é guerreiro
Chegou nesse terreiro
Pro seus filhos ajudar
Ogum de Ronda
Em seu cavalo branco
Corre em todas as campinas
Do nosso pai Oxalá
Ogum de Ronda
Salve Ogum de Ronda
Salve Ogum de Ronda que acaba de chegar

Ô Ogum !!!


Ô Ogunhê, iê, iê!!!
Ô Ogum !!!
Ogum Xoroquê !!!
Ô Ogum !!!
Ô Ogunhê, iê, iê!!!
Ô Ogum !!!
Ogum Xoroquê !!!
Meu senhor das estradas,
Ogunhê !!
Abra meus caminhos,
Ogunhê !!
Meu senhor da porteira,
Ogunhê !!!
Ele é meu pai, Ogum Xoroquê !!! 

OH FILHOS DE UMBANDA!

SEU SETE ONDAS VEM DO HUMAITÁ!
QUE BELA SURPRESA VEM DE ARUANDA NOS ABENÇOAR
OH BELA SURPRESA!
BELA SURPRESA COMO VAI VOCÊ
QUE BELA SURPRESA VEM DE ARUANDA PRA NOS PROTEGER!

ELE JUROU BANDEIRA!
ELE TOCO CLARINS (X2)
EM SEU CAVALO BRANCO EL PERGUNTO POR MIM (X2)
NA BEIRA DA PRAIA OGUM SETE ONDAS
OGUM BEIRA MAR! (X2)

ESTAVA NA BEIRA DA PRAIA
QUANDO VI SETE ONDAS PASSAR! (X2)
ABRE A PORTA OH GENTE QUE AHI VEM OGUM
COM SEU CAVALO MARINO ELE VEM SARAVÁ! (X2)

A sua espada brilha no raiar do dia, seu Beira Mar é filho da Virgem Maria(2x)
Seu Beira Mar beirando Areia, seu Beira Mar na porta da romaria(2x)

Se meu pai é Ogum, vencedor de demanda, quando chega no reino é pra salvar filhos de Umbanda (2x)
Ogum, Ogum Iara, Ogum, Ogum Iara, salve os campos de batalha, salve a sereia do mar, Ogum, Ogum Iara, Saravá Ogum, Ogum Iara

Que cavaleiro é aquele que vem cavalgando pelo céu azul? Ele é São Jorge Guerreiro Que vem comandando a falange de Ogum(2x)
Eêê, êêá, êêê seu canjira pisa na Umbanda.(2x)

Seu General com a sua espada e a sua lança, ele deixou em seu caminho um ogã de sentinela…
Seu General,(ô seu general) na lei de umbanda ele é meu pai ô ele é meu pai, foi o senhor mesmo que disse que na Umbanda, que filho de Ogum não cai, seu General…

Estava, oi na Beira da praia foi quando eu vi 7 ondas passar (2x)

Oi abre a porta gente que aí vem Ogum, com seu cavalo marinho ele vem saravar.(2x)

Ogum é de babado ê,Ogum é de Babádo á (2x)
No céu ele é São Jorge, no mar ele é Beira-Mar, na Areia Ogum da areia, quando ele chega nesse canzoá

Ogum me disse que dançar nago é bom (2x)
dançar nago é bom, dançar nago é bom, dançar nago é bom, dançar nago é bom
Ogum me disse que dançar nago é bom (2x)
dançar nago é bom, dançar nago é bom, dançar nago é bom, dançar nago é bom

Homem que come e bebe o ganga, é Ogum Megê o ganga (2x)
É de lei é de lei o Ganga, é Ogum Mege o ganga..(2x)

Mas seu Ogum não devia beber, mas seu Ogum não devia fumar (2x)
Mas a fumaça representa as nuvens, e a cerveja a espuma do mar (2x)

Ogunhe, Ogum Iara,Ogunhe, Ogum Iara, é General Guanabara, é General Guanabara, é General Guanabara, é General Guanabara(2x)

Ogum Beira mar o que trouxe do mar? Seu Ogum Beira Mar o que trouxe do mar?
Quando ele vem, vem beirando areia, na mão direita ele tras a guia da mamãe sereia.

Eu dei um toque no clarão da lua, eu dei um toque no clarão do dia (2x)
Ogum é praça de cavalaria, ele é Ordenança da Virgem Maria (2x)

Mandei selar o seu cavalo, já é hora de Ogum viajar (2x)
Seu Ogum vem, Seu Ogum vai, mas se ele vai ele torna a voltar (2x)

Selei selei, seu cavalo selei, selei selei, seu cavalo selei, mas seu Ogum já foi embora seu cavalo Selei….Mas Seu Ogum já foi embora seu cavalo selei.

Vou seguir o meu caminho.E nada irei temer.

Pois na fé do Pai Maior.
Eu sou filho de Ogum Megê.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Cavaleiro das estradas.
Guerreiro do Humaitá.
Ele vence as demandas.
Ele é chefe de Gongá.
Minha vida lhe confio.
Pra minha estrada eu percorrer.
Ele é meu Pai Ogum.
Mas ele é Ogum Megê
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
O meu pai sempre ensinou.
Que a Umbanda não dá poder.
Dá o amor que nos ensina
aliviar nosso sofrer.
Vou seguir o meu caminho.
E nada irei temer.
Pois na fé do Pai Maior.
Eu sou filho de Ogum Megê.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Cavaleiro das estradas.
Guerreiro do Humaitá.
Ele vence as demandas.
Ele é chefe de Gongá.
Minha vida lhe confio.
Pra minha estrada eu percorrer.
Ele é meu Pai Ogum.
Mas ele é Ogum Megê
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.

Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
O meu pai sempre ensinou.
Que a Umbanda não dá poder.
Dá o amor que nos ensina
aliviar nosso sofrer.
Vou seguir o meu caminho.
E nada irei temer.
Pois na fé do Pai Maior.
Eu sou filho de Ogum Megê.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.
Vamos Saravá, vamos Saravá, vamos Saravá.
Meu Pai Ogum nesse Gongá.

Clareou, clareou
Esse grande Orixá
Clareou, clareou
Sobre a luz da lua cheia
Lá no alto das pedreiras
Olhando a cachoeira
Quem é o cavaleiro?
Quem é o cavaleiro?
Que veio cavalgar
Montado em seu cavalo branco
Com sua espada a empunhar
É Ogum meu Pai
Ogunhê meu Pai
Cavaleiro de Oxalá
Com sua espada suprema
Ele é o senhor dos caminhos
Ele é o Rei do Humaitá
Sarava Pai Ogum
Ogunhê, ogunhê
Ele é o Tatá
Ele é o Tatá
Ele é o Tatá no Arerê

Ogum mandou louvar Exú,
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê
Ogum mandou louvar Exú,
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê
Ele é tatá na calunga
Ele é bamba na encruza.
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê
Sua capa é preta e encarnada
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê
Ele é meu amigo
É Sete Encruzilhadas
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê
Sua capa é preta e encarnada
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê
Ele é meu amigo
É Sete Encruzilhadas
Laroiê, laroiê, laroiê, laroiê… 


Se meu pai é Ogum
Vencedor de demanda
Quando chega no Reino é

pra saudar filhos de Umbanda
Ogum, Ogum, Ogum Iara
Ogum, Ogum, Ogum Iara
Salve os campos de batalha
Salve as sereias do mar
Ogum, Ogum Iara
Ogum, Ogum Iara

Na porta da romaria, eu vi
Um cavaleiro de ronda,
Na porta da romaria, eu vi
Um cavaleiro de ronda,
Na porta da romaria, eu vi
Um cavaleiro de ronda,
Ele trazia um escudo no peito
E uma lança na mão,
Ogum guerreou,
Venceu a guerra e matou o dragão.
Ele trazia um escudo no peito
E uma lança na mão,
Ogum guerreou,
Venceu a guerra e matou o dragão.

Que cavaleiro é aquele quem vem cavalgando
pelo céu azul ?
É seu Ogum Matinata, ele é defensor do Cruzeiro Sul.
Que cavaleiro é aquele quem vem cavalgando
pelo céu azul ?
É seu Ogum Matinata, ele é defensor do Cruzeiro Sul.
ê . ê .. ê ., ê . ê . á .. ê . ê . ê . seu Canjira.
Pisa na Umbanda.


Quem me deu Ogum para ser meu guia ?
Quem me deu Ogum para ser meu guia ?
Ele é praça de cavalaria, Ordenança da Virgem Maria.
Quem me deu Ogum pra ser meu guia ?
Quem me deu Ogum pra ser meu guia ?
Ele é praça de cavalaria, Ordenança da Virgem Maria.
Ele é praça de cavalaria, Ordenança da Virgem Maria.

Beira-Mar auê, Beira-Mar
Beira-Mar auê, Beira-Mar
Beira-Mar auê, Beira-Mar
Eu estava na minha banda
Eu estava no meu gongá
Eu estava na Calunga
P’rá que foram me chamar
Beira-Mar auê, Beira-Mar
Beira-Mar auê, Beira-Mar
Beira-Mar auê, Beira-Mar
Beira-Mar auê, Beira-Mar
Ogum já jurou bandeira
Nos campos do Humaitá
Ogum já venceu demanda
Vamos todos sarava

OGUM E PAI DE TODOS E PAI DE TODOS

E REI DA UMBANDA
QUEM QUER A OGUM E SEREIA
ELE DA ELE DA ELE DA!
OGUM GUERREIO! OGUM SARA VÓ!
QUEM QUER A OGUM ANTE MI CHOROU!
QUEM QUER A OGUM ANTE MI CHOROU!
QUEM QUER A OGUM ANTE MI CHOROU!

NO CÉU NASCE UMA ESTRELA
QUE CLAREIA A TERRA E O MAR (X2)
SALVE OGUM SETE ONDAS!
SALVE OGUM BEIRA MAR! (X2)

OGUM OIÁ
OGUM OIÁ E DE MENÉ! (X2)
OGUM OIÁ E DE MENÉ!
PATACORI E DE MENÉ! (X2)
Quem está de ronda é São Jorge
Deixa São Jorge rondar (2x)
São Jorge é guerreiro
Que manda na terra que manda no mar
São Jorge é guerreiro
Que manda na terra que manda no mar (2x)
Saravá meu Pai
Saravá meu Pai
Girar é bom
Girar é bom
Girar é bom
é bom girar

NA LUA NOVA NA UMBANDA ELE E OGUM!
NA LUA NOVA NA UMBANDA ELE E OGUM!
OGUNHÉ! ZAMBI EL E OGUM!
OGUNHÉ! ZAMBI EL E OGUM! (X2)

E SE OGUM ESTA NO CEU
NAO ESTA NAO!
E SE OGUM ESTA NA RUA (X2)
NAO ESTA NAO!
LELELELELELA
DIZE OGUM ESTA DE RONDA NO HUMAITÁ!
LELELELELELA
DIZE OGUM ESTA DE RONDA NO SEU CONGÁ!

SE MEU PAE E OGUM VENCEDOR DE DEMANDA
CUANDO CHEGA NO REINO E PRA SALVAR
FILHOS DE UMBANDA! (X2)
OGUM! OGUM IARA!
OGUM! OGUM IARA!
SALVE OS CAMPOS DE BATALHA
SALVE A SEREIA DO MAR!
OGUM! OGUM IARA!
OGUM! OGUM IARA!

PEDIMOS LICENCIA A ZAMBI A OXUM E IEMANJÁ
PARA ABRIR NOSSOS TRABALHOS
COM A BANDEIRA DE OXALÁ! (X2)
SARAVÁ OGUM, SARAVÁ CONGÁ
SARAVÁ OGUM, SARAVÁ CONGÁ
SARAVÁ SEU SETE ONDAS ELE E REI E ORIXÁ
SARAVÁ AS ALMAS, SARAVÁ CONGÁ
SARAVÁ AS ALMAS, SARAVÁ CONGÁ
PISA NA LINHA DE UMBANDA QUE EU QUERO VER
OGUM SETE ONDAS!
PISA NA LINHA DE UMBANDA QUE EU QUERO VER
OGUM BEIRA MAR!
PISA NA LINHA DE UMBANDA QUE EU QUERO VER
OGUM IARA, OGUM MEGÉ!
SEU CANJIRA DE UMBANDA AUE!
AHORA PISA NO REINO CANJERA
AHORA PISA NO REINO CANJERA
AHORA PISA NO REINO CANJERA
TATA DE UMBANDA OH CANJERA!

OGUM OIÁ

OGUM OIÁ E DE MENÉ! (X2)
OGUM OIÁ E DE MENÉ!
PATACORI E DE MENÉ! (X2)

OGUM GUERREIRO DE UMBANDA
SEU PONTO VEIO AFIRMÁ! (X2)
ELE VEM DE SOL E A LUA PARANGA PARA LHE AJUDAR!
ELE VEM DE SOL E A LUA PARANGA PARA LHE AJUDAR!

SE A SUA COROA DE OURO E MARIOU!
SE A SUA COROA DE OURO E MARIOU!
DIZE OGUM E TATA E TATA
COROA DE OURO E MARIOU! (X2)

MEU SENHOR EM SEU CAVALO BRANCO
E OGUM MEGÉ
MEU SENHOR QUE MORA NAS MATAS
E OGUM DAS MATAS
MEU SENHOR QUE MORA NA BEIRA DO MAR
E OGUM BEIRA MAR
EU VI EU VI! OGUM BEIRA MAR NA BEIRA DO MAR
PARADO COM A MAI IEMENJÁ! (X2)
IEMANJÁ SEREIA E OGUM DA GUERRA!
IEMANJÁ SEREIA E OGUM DA GUERRA!

SALVE OGUM MEGÉ, OGUM ROMPE MATO
OGUM NARUÉ! (X2)
ELE TRABALHA NA TERRA MEU PAI
ELE TRABALHA NO MAR!
AFIRMA SEU PONTO NA AREIA MEU PAI
NA COSTA DA MÃE SEREIA!

OGUM MEGE OGUM BEIRA MAR!
OGUM MEGE OGUM BEIRA MAR!
ELE CABOCLO GUERRERO
QUE MANDA NA TERRA QUE MANDA NO MAR (X2)
EU SO FILHO DA UMBANDA E SAN JORGE E MIO PAI
EU SO FILHO DA UMBANDA
FILHO DA UMBANDA NÃO CAE! (X2)



Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


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